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Corpo S/A recebe projeto “Acredite na Energia”
22 de outubro de 2018

Autoestima é tudo, inclusive, na luta contra o câncer!

Por que não se cuidar no momento em que a pessoa está mais fragilizada?

Sempre falo aqui da importância de fazer tratamentos estéticos, mas e quando a pessoa não pode fazer nenhum procedimento em razão de um câncer? Aí entra em cena a autoestima e o amor próprio.

Quando a pessoa está em tratamento, não é possível realizar nenhum protocolo estético, já que o corpo e o organismo dela estão enfraquecidos. Como a estética trabalha fortemente toda a circulação do corpo, não podemos submetê-la a qualquer risco.

Mesmo após de curada, ainda é preciso passar por um período de resguardo rigoroso que, em média, dura 5 anos. Nesse tempo a pessoa pode fazer alguns tratamentos faciais, limpeza de pele e hidratação.

A gente sabe que o tratamento de câncer é muito agressivo, por isso, é preciso ver qual vai ser a nova sensação do corpo, o novo funcionamento orgânico, digamos assim.

Só após esses 5 anos e liberação do médico é possível fazer outros procedimentos estéticos, mas isso também vai depender de como a pessoa está no momento, qual câncer ela teve e qual processo quer fazer.

Então, o que a pessoa pode fazer para ficar mais bonita e feliz durante o tratamento?

É importante que ela não perca o amor próprio e faça constantemente uma manutenção da autoestima, sem dúvidas! Encontre um meio de trazê-la todos os dias.

Eu defendo sempre que é fundamental viver a vida com a sua autoestima para que você seja plenamente capaz de realizar tudo aquilo que deseja, inclusive se curar de uma doença.

Câncer de mama e a autoestima

Primeiramente, eu acho que a mulher diagnosticada com câncer deve cuidar da imagem dela, mas não é a imagem supérflua, que as pessoas vêem, mas sim a imagem que a faz estar feliz com aquilo que ela vê.

Então, se ela vai ficar careca porque o tipo de tratamento vai fazer o cabelo cair, ela deve pensar: como que eu vou tornar isso bonito?

Vou usar lenço? Vou me sentir bem com uma peruca? Vou colocar uma toquinha ou algum adorno que eu me sinta bem? Ou não, talvez ela prefira botar a careca para jogo e se sente bem assim.

O segundo ponto é, caso ela seja vaidosa, nunca perder isso. Por exemplo, eu, Saliza, sou uma pessoa que não vivo sem um rímel, gosto de uma pele bem cuidada. Então porque que eu vou perder isso no momento em que estou mais fragilizada?

É um momento muito delicado e, por vezes, a mulher fica se olhando no espelho e não se gosta, fica se detonando quando, na verdade, uma pequena coisinha como passar uma maquiagem ou fazer as unhas, pode fazer toda diferença.

Assim, aconselho quem passa ou já passou por isso, a fazer tudo que já gostava antes, a continuar da forma como já era e não deixar que a doença leve embora sua personalidade. Lute com autoestima e amor próprio!

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