LED: a luz que rejuvenesce!

Atualizado em outubro 23, 2015
Por Corpo S/A

LED: a luz que rejuvenesce!

Atualizado em outubro 23, 2015
Por Corpo S/A

[vc_row][vc_column el_class=”A fototerapia é aplicada há muitos anos. Foi final do século XIX, que o desenvolvimento em pesquisas nesta área despertou interesse pelo LED (Light Emitting Diode). O termo LED surgiu de Light Emitter Diode (Diodo Emissor de Luz), cujos princípios de funcionamento como a fotobioestimulação, atuam em forma de cascata de respostas celulares resultando na modulação da função celular, proliferação celular e reparação das células comprometidas, sendo experimentados inicialmente no crescimento de plantas. O LED é uma forma de energia que se comporta através de comprimento de onda e de fluxo de partículas chamadas fótons. Com doses e comprimento de ondas adequadas, os LEDs são terapêuticos e um benefício na reparação tecidual, principalmente quando associado a cosméticos que ajudam a reparar e regenerar os componentes celulares. A fototerapia LED promove um sistema de aplicação programada com diferentes comprimentos de ondas de luz, indicado para tratar irregularidades da pele tais como: flacidez, rugas e linhas de expressão. Existem dois tipos de LEDs, o azul e o âmbar. Com a aplicação do LED azul ocorre a absorção da luz pelas células, isso faz com que apareça radicais livres de oxigênio e peróxido de hidrogênio. Os radicais livres de oxigênio hidrolisam a água intracelular formando íons livres que vão se aderir à parede da membrana citoplasmática. Esses reagirão com oxigênio molecular advindo da corrente sanguínea, levando ao aparecimento de água na região, promovendo alteração da tensão superficial da pele, hidratação, com efeito estético de expansão dos tecidos. Já o LED âmbar estimula a organela ribossômica e promove espessamento homogêneo não térmico das fibras adensadas. Quer ficar com a pele linda? Venha para Corpo S/A. Agende sua avaliação gratuita!”][vc_column_text]A fototerapia é aplicada há muitos anos. Foi final do século XIX, que o desenvolvimento em pesquisas nesta área despertou interesse pelo LED (Light Emitting Diode).

O termo LED surgiu de Light Emitter Diode (Diodo Emissor de Luz), cujos princípios de funcionamento como a fotobioestimulação, atuam em forma de cascata de respostas celulares resultando na modulação da função celular, proliferação celular e reparação das células comprometidas, sendo experimentados inicialmente no crescimento de plantas.

O LED é uma forma de energia que se comporta através de comprimento de onda e de fluxo de partículas chamadas fótons. Com doses e comprimento de ondas adequadas, os LEDs são terapêuticos e um benefício na reparação tecidual, principalmente quando associado a cosméticos que ajudam a reparar e regenerar os componentes celulares.

A fototerapia LED promove um sistema de aplicação programada com diferentes comprimentos de ondas de luz, indicado para tratar irregularidades da pele tais como: flacidez, rugas e linhas de expressão.

Existem dois tipos de LEDs, o azul e o âmbar. Com a aplicação do LED azul ocorre a absorção da luz pelas células, isso faz com que apareça radicais livres de oxigênio e peróxido de hidrogênio. Os radicais livres de oxigênio hidrolisam a água intracelular formando íons livres que vão se aderir à parede da membrana citoplasmática. Esses reagirão com oxigênio molecular advindo da corrente sanguínea, levando ao aparecimento de água na região, promovendo alteração da tensão superficial da pele, hidratação, com efeito estético de expansão dos tecidos.

Já o LED âmbar estimula a organela ribossômica e promove espessamento homogêneo não térmico das fibras adensadas.

Quer ficar com a pele linda? Venha para Corpo S/A. Agende sua avaliação gratuita!

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